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4.7.12

Tenho mais necessidades que um filho, e mais vontade de te dizer o quanto te quero que o meu pai de relações de jantares. E para que não baste, ainda preciso disso para escrever, acredita, é por isso que quase não escrevo. E é por isso que prefiro saber que só te vou conhecer quando casarmos ou quando morrermos. Espero não te perceber até lá, ou então espero que fales e me mostres a tua cama preferida.
Prometo não falar mais neste assunto. Continuarei, no entanto, a falar de ti. Estás a ficar feio.


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