Páginas

11.3.12

Possuo o Império de tudo o que já pensei de ti e que decerto não irás querer saber. Já não sou pessoa nem nada, tenho o teu corpo cósmico na minha cama e nem quero saber se respiras. Agarro as tuas mãos e abraço-me.
Olhas para mim e dizes :
"tens de me criar mas não tens de o fazer,
não tens sequer de gostar".

1 comment:

Luís Freitas said...

"tens de me criar mas não tens de o fazer, não tens sequer de gostar".

Tens qualquer coisa de especial, a tua escrita por vezes cheira a loucura, e isso é bom, isso é muito bom.